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DESSECAÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DA CULTURA DO MILHO

O sistema de boas práticas agrícolas busca por alternativas que diminuam custos, principalmente no momento de manter e melhorar o controle de plantas daninhas, um exemplo é a adoção do plantio direto na palha.

A manutenção da cobertura vegetal sobre o solo com plantio direto, restringe a emergência de plantas daninhas, em comparação com o solo descoberto. Com a utilização de culturas de cobertura, procura-se aproveitar tanto os efeitos físicos impedindo o desenvolvimento de plantas indesejáveis, quanto os alelopáticos dessas plantas, reduzindo a infestação de plantas daninhas.

Para iniciarmos a lavoura sem perder de início o potencial produtivo, devemos semear a cultura sem a presença de plantas daninhas. Elas causam danos a cultura, influenciam no seu desenvolvimento e potencial de produção.

Um exemplo de danos é a alelopátia causada pelo azevém no milho, esse processo ocorre porque quando a planta de azevém está se decompondo e libera substâncias no solo capazes de prejudicar o desenvolvimento de outras plantas. Por isso se recomenda a dessecação de pelo menos 30 dias antes da implantação da cultura eliminando todas as plantas da área.

Dentre as opções de manejo podemos citar o mecânico com roçadeiras, rolo facas, quando a cultura de cobertura permite este manejo, sem que haja rebrote das plantas. Mas o manejo químico é o mais utilizado na região.

As combinações de herbicidas a base de glifosato e inibidores da ACCase (gramicidinas), com a aplicação do herbicida paraquat na sequência, para controle de azevém e folhas largas, são bastante indicados.

Se a cultura antecessora é aveia ou nabo tantas combinações são dispensáveis pois o controle destas plantas é mais fácil.

Importante relembrar que a pulverização para controle químico as condições climáticas (temperatura e umidade relativa do ar, vento, e possibilidade de chuva), bem como as condições do solo ou das plantas são importantes fatores de sucesso.

Para a aplicação de herbicidas pré-emergentes que controlam as plantas daninhas antes da sua emergência, deve-se verificar as condições de umidade do solo. E as aplicações em pós-emergência, após a emergência das plantas daninhas e da cultura observar as caracteristicas em que se encontram as plantas daninhas, evitando aplicar os herbicidas em condições de estresse destas plantas.

A tomada de decisão do produtor juntamente com seu assistente técnico é importante para que o manejo seja realizado na hora certa para garantir o sucesso no controle das plantas daninhas e o estabelecimento da cultura sem competição procurando manter um alto potencial de produção.

Everton Comunello – Departamento Técnico (Detec), Coasa.

 
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